“OS VERDES”, como acentua o presidente do PV em Cipotânea, Caetano Trindade ao dizer que isso dar um carácter de distinção a velha e arcaica política de Cipotânea.
13 abr 2010 1 Comentário
em chopoto, cipotanea, cultura, debate, filosofia, pensamento, piranga, poesia Tags:blog, caetano, cipotanea, debate, democracia, politica, vida, xopoto
Olá pessoal,
Estamos aqui publicando literalmente um texto da comissão Verde, os chamados “OS VERDES”, como acentua o presidente do PV em Cipotânea, Caetano Trindade ao dizer que isso dar um carácter de distinção da velha e arcaica política de Cipotânea. Neste termos veja o texto abaixo e suas análise com muito sentido e sabedoria.:
Em pouco mais de um ano de governo do 14 em Cipotânea acentuaram o abandono os cacos das estradas, escolas da região, sem falar da destruição da natureza. Esta maioria dos “fala bonito” coordenado pelos “falo feio” de suas promessas eleitorais degradando a cidade e a população apática no que diz respeito à fomentação do patrimônio público, bem como a falta iniciativa cultural econômica e portadora de geração de rendas e a tomada de crescimento da natureza na solução de um sistema diferente, isto é, a competência e a responsabilidade fiscal no uso da transparência, como um sistema prático viável e justo que atendam a maioria da população e seus primados.
É urgente uma política diferente, que defenda o interesse social focando-se no desenvolvimento regional e na solução para os seus problemas que afetam os cipotaneanos. Por isso as eleições de outubro deste ano será uma oportunidade para a tomada de uma consciência tal não somente falar da ressurgida essência do verde, uma “nova consciência ecológica voltada para o bem da natureza e de todo bem em sua volta. O ser humano colocado como ponto central do discurso, coloca-se atualmente a necessidade de repensar e solidarizar novas economias familiares, hortas comunitárias, homeopáticas e outras iniciativas culturais tais como a capoeira, a congada, a dança, a roda, etc…”
Nós, os VERDES de Cipotânea apresentam uma nova oportunidade para a mudança, os chamados verdinhos que a gente nunca se esquece. O nosso slogan de pensar bem é pensar verde é uma urgência e de uma total autonomia e legitimidade de nossos discursos.
Nestas eleições de outubro é oportunidade para o Brasil todo mostrar a sua cor, do vermelho, a revolução, não queremos mais o governo dos petistas, os sábios manipuladores do poder na distribuição dos cargos de assessores. Reforça o Verde! Porque Vcs Jamais serão violentados no direito de expressão?
Continuaremos também a empenhar-nos, tal como temos feito até agora, na implementação destas políticas, a ser porta-vozes das populações, dos rios e das montanhas, dos nossos recursos naturais, culturais e etnológicos. Só assim se conseguirá dar resposta aos nossos problemas planejar caminhos e trilhas no nosso mundo com qualidade de vida para as cipotaneas e os cipotaneanos, ou seja, assistência a todos.
Defendemos:
- Prioridade ao combate ao desemprego.
- Criação de condições para a fixação das populações rurais pautado num plano de seu desenvolvimento.
- Gestão pública da água; água enquanto direito.
- Pela promoção da poupança da água.
- Pelo combate à poluição dos recursos hídricos.
-Defesa de uma mobilidade sustentável; Defendemos o apoio a outro sistema não convencional;
-defendemos o produzir local – consumir local.
- Defendemos a criação de condições de apoio ao setor do cooperativismo.
A voz de “Os Verdes” tem-se feito ouvir em Rio Espera onde o filósofo Adailton Moreira defendeu políticas orientadas na melhoria de todos os rio-esperenses.
“Os Verdes” têm estado ao lado das populações a defender um desenvolvimento sustentável e a apresentar propostas que garantam mais justiça social.
Tem sido este o nosso trabalho e o nosso compromisso é assim continuar!
Congada dancando no jubileu do Senhor Bom Jesus da Paciência, municipio de Cipotanea MG.
29 set 2009 1 Comentário
em A Região do Campo das Vertentes Mesorregião do Campo das Vertentes Municípios por Microrregiões cipotanea, blogchopoto, brejauba, cipotanea, cultura, pensamento, planeta, politica, xopoto Tags:atividade, blogs, chopoto, cidadania, cipotanea, congada, cultura, danca, democracia, ecologia, economia, eleicao, escola, experimentos, infonline, internet, paciencia, politica, pontedobeto, projeto, vereadores, xopoto, zéfodäo

Olá Pessoal, recebemos aqui fotos da banda de Congada em Cipotânea e estamos realmente motivados para impulsar tal movimento cultural a frente. Na foto poderemos ver que muitos jovens estäo dancando. Por isso mesmo é uma esperanca de näo perdermos a tradicion.
Estamos convocando todos os interessados em ajudar nos neste projeto para entrar em contato conosco, seja enviando fotos, comentários, sugestöes ou atividades concretas.
Como Cipotânea é uma cidade muito religiosa, sugiro também que nas rezas locais convidem a banda para participarem, isso faz parte da cidadania e alegria, claro.
POr isso deixamos aqui nossos agradecimentos ao infonline e a todos os colaboradores e sonhadores desta action.

Meus cumprimentos ao pessoal do Corgo e dos Costas, ao Sr. Zé Benevindo, o Caetano e muitos outros da banda.
Respeitosamente,
A equipe Botoque de Cipó
Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revo
28 fev 2009 1 Comentário
em caetanochopoto, cipotanea, cultura, debate, errosgramaticais, escritor, fantasia, filosofica, liberdade, noticiasmg, pensamento
Meu querido povo, minha querida terra, minha querida saudade do fiar outrora como vento circular da crise ocidental. Essa guerra também dita como revolucao na melhoria da cultura doente da mosca ciencia é como verejeira no plano da razao decadente. A chamada realizacao da cultura doente como “melhora” da humanidade è o fenomeno da civilizacao demente. A denominada crise da consciencia por Freud e a crítica da civilizacao decadente em Nietzsche apontou o papel da ciencia como parte asqueirosa de uma moral ajuizadora. A crenca na razao em Kant como entendimento relacionando claramente o conceito abstrato do julgamento como asceticismo da ciencia. A religiao e a moral è regida pela “vontade de potencia” para o julgamento e o preconceito. O relativismo em Nietzsche como ponto de partida numa crítica a cultura decadente è uma critica a propria razao. A loucura è uma tomada de contra-posicao da consciencia. O relativismo de Einstein demonstra o padräo vital da ciencia como resultado da propria irracionalidade do método cientifico do ponto de vista da cientifizacao. Enquanto Hegel formula a cientifizacao da filosofia como ciencia lógica do conceito absoluto do espirito, Karl Marx contrapoe a posicao do espirito metafisico hegeliano numa elaboracao crítica da ciencia economica do capitalismo no conceito de luta de classes. A crenca racional de Hegel é um perfeito pensamento trinitario do cristianismo. Assim è que Marx denuncia a acao contemplativa da filosofia do absoluto sol da verdade platonica para uma acao transformativa social na luta conflituosa na relacao de dominacao social.
A desconfianca da modernidade como crise da consciencia nao estabelece nenhum fundamento ou pacto com a inconsciencia, já que esta è algo escapável. Michel Foucault analisa na “historia da loucura” um resultado arqueologico da razao doente. A psiquiatria da razao que medica a cura. A moral como sistema de valores sucumbe o indivíduo na sua capacidade instintiva. O caminho do erro no querer o desenvolvimento da civilizacao através da ciencia como padrao do distanciamento do caotico, do sem ordem, do inconceitual. Nietzsche sugere o irracional na forma dionisiaca como modelo de “desenvolvimento” e alargamento da capacidade humana como instinto criativo na própria destruicao do valor construído; o querer o estimulo instintivo impulsiona a “vontade para forca” no “tornar-se ser o que è” vitalidade. O relativismo quebra a rotina e exige o eterno novo na criatividade do proprio valor no sustento do corpo. A arte-materia do corporal potencializa um ser em ser altamente produtivo para “além do bem e do mal”. Nietzsche critica a moral como hebrenizacao da ciencia e o cristianismo como platonizacao da filosofia para o povo. A “moral de escravo” como modelo da razao decadente. Ele satiriza a ciencia e ironiza a moral como razao tirana para a fraqueza no aniquilamento do instinto. A loucura contrapoe o próprio valor da moral e se posiciona contra o relativismo do nihilismo.
A ciencia chegou num plano tao decadente que Marx, Nietzsche ou Foucault se fuderiam nesta parada de observacao do desacreditamento de si mesmo. Nas universidades doutos e doutorandos discursam o modelo kantiano como retomada da critica a ciencia como valor de argumento no metodo cientifico do ordenamento da racionalidade, que Lyotard criticou a filosofia no plano da ciencia “pós-moderna”. Será uma retomada da racionalizacao da filosofia? Também poderia ter dúvida do proprio filosofo? Talvez Sartre seja um bom exemplo da razao burguesa decadente ou Byron no romantismo pessimista.
Marx desconcertou a sociologia, porque para ele a realizacao do pensamento está no ato concreto da transformacao social. Assim ele objetivou a filosofia como ciencia na luta de classes na mudanca da própria consciencia. Nacionalista e comandantes nomearam e nomeia-se a bandeira do odio e da vinganca da qual Nietzsche retratara como ressentimento para manusear o capital no controle social. A ciencia assim como a filosofia estabelecem criticas permanentes de objetividade. A especializacao da sociedade digital objetiva a crescente passagem da ciência como capital no seu ideal de desenvolvimento da civilizacao. A filosofia do seculo XXI è a regra do padrao civilizatorio do poder de consumo. O irracionalismo que Nietzsche coloca è sem nenhum valor para a ciencia. Filosofia e poesia misturam-se no próprio irracionalismo do pensar. Zaratustra como poeta solitário diagnostica a cultura doente assim como Rousseau recusa os saloes da civilizacao em seus passeios devaneantes.
Nietzsche riu de toda paródia civilizatória francesa como calhórdia do cristianismo. A alternativa que ele aponta è a arte (nao como metafisica) ou como “moral de escravo” da arte de Wagner na sua obra Parsifal, onde ele exalta a castidade num ritmo decadente da musica. (E por que nao falar do racismo antisemita de de Richard Wagner!). A segunda guerra mundial è realizacao do ato de crueldade e covardia da razao decadente. Hanna Arendt trata essa crise do século XX como século do totalitarismo. A razao doente interpretou as obras de Nietzsche como modelo de doenca experimentando o delírio e a loucura como experiencia na sua forma mais cruel na realizacao da vontade de querer a fraqueza e a demencia. Hitler è o espelho de um mal estar rancoso da ciencia a servico da dominacao social e domesticacao moral. A experiencia da Hybris em Nietzsche è a desmedida da potencia do instinto como querer a envergadura da sua propria auto-forma na esfera dionisiaca. O animal potente reluz a impulsao da potencia na quebra do proprio valor. A vida como como “vontade para forca” interpretada como beneficio da tirania è o dominio e o cerceamento da ciencia através do modelo ditatorial no discurso socrático que controla a palavra e toda acao do humano no incentivo a raiva e ao rancor como vontade para a fraqueza. O poeta social è a sacerdotizacao da propria ciencia como contemplacao asceta do religioso. A moral crista baseia –se no valor do ressentimento para ter sentimento. (Imagina que péssimo sentimento! Caixa de barbarie!) Zaratustra quer a passagem como circular da esfera no querer aquilo que è eternamente forca. Forca nao tem nenhum significado de valor. A unica alternativa visivel è o vigoroso instinto do corpo, a matéria viva como capacidade de potencia e efetivacao da propria forca. O oposto do gosto da “moral de rebanho”. Nietzsche nao planeja nenhum modelo de arte, mas cre que a vontade de potencia está disponivel tanto para forca assim como para a fraqueza. A guerra, o terrorismo è a fraqueza do idealismo no desenvolvimento da civilizacao. Nietzsche recusara o idealismo com nojo desta razao pessimista, porque uma vontade para potencia recusa o esclarecimento do juizo como “critica da razao pura”. Somente a arte manifesta a potencializacao do irracionalismo. O “elogio da loucura” de Kant è também uma contraposicao da mesma visao do “mundo como vontade de representacao” de Schopenhauer. Já Freud até desenvolveu uma ciencia denominada psicanalise na tentativa de curar a civilizacao opondo a civilizacao. A razao decadente instrumentaliza a potencia como domesticacao na vontade da “moral de rebanho” em sua dissimulacao no progresso.
A vida como vontade de potencia vibra-se na arte como simbolo de forca no saudavel. O saudável da arte como contra-arte è a restauracao da arte apolinea. A arte do artista doente è o fenomeno da representacao. Com a critica a ciencia desencadera Nietzsche uma virulenta atividade e possibilidade do ser humano no “superhumano”.
O modelo de sociedade atual è o decadente. O desenvolvimento da civilizacao como controle e regra financeira è o dominio da razao capitalista no seu projeto de melhoramento da populacao, como: declaracao, juizo, a escolha pela maioria, o servilismo da obediencia. A mercadoria, o pietismo, o moralismo, a crenca no espirito como confusao entre corpo e alma sao sintomas doentios de uma moral escravocrata. A criacao da propria individualidade è a experiencia da criatividade. Atualmente o sufoco social continua no mesmo modelo de colonizacao da moral. Onde está Marx? Karl Marx apontou… e Nietzsche experimentou…
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Aquele que quer seguir o caminho terás de caminhar até o cantinho.
31 dez 2008 4 Comentários
em altoriodoce, blogchopoto, caetanotrindade, cipotanea, filosofia, pensamento, poesia
Aquele que quer seguir o caminho terás de caminhar até o cantinho.
Quem quiser pode ir até lá, onde o caminho est!A…
A poeisis sedenta
A artista incomoda-dor
O poeta é atira-dor
A policie da cor
Que dor!
Res-polis-cender-dor
O cordäo do fogo!
A roda do viador & viola cellos
A luz está para todos
Ouco rito
Tudo movimenta
Os anjos hermanos também
Viva os nomes, no esquecer de ninguém,
Porque o dia nasce para todos.
A roda da forza!
http://brejaubapoesias.ning.com/




